quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

É inútil discutir...

É inútil discutir...

Falando sobre política e religião, não há meio termo em coisa alguma. Cada um possui sua verdade e seu ponto de vista, vai prevalecer em qualquer situação.

Discutir sobre os dois temas, seria como jogar-se de um precipício para cair em um mar de tubarões.

Ninguém se atreveria pular para salvar o corpo que cai, mas todos comentariam sobre a estupidez de cometer o suicídio ou seja, saber os motivos do ato insano, não seria o mais importante, mas condenar sua atitude, sim.

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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Sementes...

Sementes...
Que o mundo,
semeie sementes
de belas flores
e muitas cores
para perfumar o dia
daqueles que apreciam
as fragrâncias delicadas
porque onde quer
que haja uma flor,
haverá sempre alguém,
falando de amor.
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Flores do campo...

Flores do campo...
E se hoje,
afastássemos as cortinas das janelas
para enxergar as flores do campo
que nada exigem?
Elas estão lá,
sem nenhuma expectativa,
mas fazem a grande diferença
quando tocam o coração
com cores suaves, especiais
e mostram sua beleza,
sem nenhuma ostentação.
by/erotildes vittoria/REF//23 de janeiro de 2015

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Sem pressa...


Eu quero, tocar minha harpa sobre o palco das estações da vida e receber os aplausos das flores que dançam, balançadas pelo vento.

Estou na espera de uma brisa amena para suavemente, direcionar o som até encontrar a saudade que sem pressa, caminha devagarinho na direção do meu coração.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A próxima estação....



Os anos, passam para todos nós e muitas vezes, vamos nos despedindo com palavras soltas, frases incompletas e sinais de que não estamos mais dando  muita importância aos detalhes que não acrescentam nada, mas poucos, compreendem esse nosso modo de dizer, estou indo, não sei bem para onde e tampouco, quando,  mas estou indo.

Vamos cansando da mesmice, das interrogações e cobranças daquilo que não precisamos explicar. Somos nós, o motorista do nosso carro e sabemos onde estão as montanhas nos desertos que podemos atravessar. Estamos cientes de onde termina a reta e começa aquela curva, considerada perigosa.

Talvez, estejamos insistindo em algo tão repetitivo quanto os dias que seguem uma existência, mas é possível que a repetição seja a forma de dizer que a nossa insatisfação é a cada dia, mais e mais visível, os sinais, são tão evidentes. Precisamos atravessar essa avenida e saber como será a próxima estação.

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imagem/Alice Huyler Ramsey
(November 11, 1886 – September 10, 1983) was the first woman to drive across the United States from coast to coast.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A primeira árvore....

A primeira árvore...

Sempre que minhas mãos tocam a terra, volto no tempo e sinto o cheiro dela como quando plantei a primeira das muitas árvores frutíferas que cultivei durante um bom tempo.

Minha experiência, foi maravilhosa e já visualizava, um pomar cheio de árvores frutíferas de muitas cores, flores perfumadas e com muitas abelhas, que fabricariam o mel que eu tanto apreciava.

Diariamente, regava e depois, ficava horas conversando com ela, afinal, era natural que estivesse sempre muito ansiosa aguardando pacientemente, os três anos que levaria para florescer e frutificar.

Finalmente, apareceram suas primeiras flores e depois, os frutos que não foram muitos, mas lá estavam eles, avermelhados, bonitos e quase maduros.

Resolvi que seriam colhidos no final de maio ou nos primeiros dias de junho, quando eu completaria nove anos.
Estava decidido, colheria no mês seis e seria, o meu melhor presente de aniversário.

Esperei, até a primeira terça-feira de junho. Era uma manhã meio fria, mas muito  agradável e o sol, já aguardava minha chegada. Parecia mais ansioso que eu.

Levei um cesto e uma escada para subir até onde pudesse alcançá-los. Ao tocar o primeiro fruto, descobri que um pássaro já havia provado o sabor daqueles caquis tão especiais e foi embora, sem que eu soubesse seu nome.

by/erotildes vittoria/REF/Alvar.br
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Imagem/http://ceimmaedolores.blogspot.com.br/p/projeto-maos-na-terra.html

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Viagem...



Depois da primeira viagem, buscamos outra e outra e assim, lá vamos nós mundo afora em busca de aventuras ao lado da natureza que vai mostrando beleza e riqueza de detalhes, em cada passo que acrescentamos em nossa caminhada.

O tempo em contato com a mata, acaba se transformando em uma riqueza incomum, extraordinária, onde as emoções, são conquistadas no silêncio, em um olhar mais observador e na cumplicidade com os elementos que ali convivem em perfeita sintonia.

Há muitos momentos inesquecíveis, vivenciados em cada detalhe desta viagem onde a paisagem nunca se repete e o cansaço, não se inclui nesta harmonia silenciosa que abraça o corpo e a alma.

Não há mais como desistir, somos seduzidos pela curiosidade do novo, da água que vai tranquila, do verde que energiza e a sonoridade dos pássaros que formam várias orquestras durante o dia e permanecem em total silêncio quando a noite se aproxima, nos fazem acreditar que ainda não aprendemos o verdadeiro significado de conviver em paz.

by/erotildes vittoria/REF/RESGT/20 de dezembro de 2015

imagem/Creative Commons

  Viagem... Era diferente, as folhas secas, não ficavam despedaçadas ao pisar nelas. Havia uma cortina feita de uma névoa azul que limitav...