domingo, 11 de março de 2018

Mau-caráter...


Hoje, a minha homenagem vai para os ratos de esgoto, merecem mais meu apreço que determinados seres que se dizem humanos, mas se alimentam do talento alheio e ainda ousam dizer que são poetas, escritores etc, etc e etc e tal.

A vaidade dessa corja vai além de qualquer suposição. Paupérrimos em talento, necessitam subir seus degraus com o seu mau-caráter, com conivência, com deslealdade afinal, o ego necessita inflar para que supostamente, sejam bem-vindos ao meio da criatividade que lhes faltou para que se expressem de forma simples mas com dignidade.

by/erotildes vittoria/11 de março de 2017 às 15:08:30

sexta-feira, 9 de março de 2018

O deserto...


O deserto, mostrando sua obra de arte, onde até o vento se manteve sereno porque a visão era a perfeição da natureza mostrando que tudo possui seu encanto.
by/erotildes vittoria/09 de março de 2017 - Creative Commons

Image/Creative Commons

(The desert showing his work of art, where until the wind remained serene because the vision was the perfection of nature showing that everything has its your charm).

quinta-feira, 8 de março de 2018

Sem sentido...


Um dia a gente cansa e vai embora, acaba esquecendo aquilo que dói e recomeça tudo outra vez, ficam as marcas, mas ficam também, as lembranças do tempo que ensinou uma forma mais suave de virar algumas páginas onde a leitura repetitiva, ficou cansativa e sem sentido.
by/erotildes vittoria/07 de março de 2018

Meaningless...
One day we get tired and go away, it ends up forgetting what hurts and it starts all over again, the marks remain, but there are also the memories of the time that taught a smoother way to turn some pages where the repetitive reading became tiresome and meaningless.
by/erotildes vittoria/March 07, 2018




Imagem-Creative Commons

quarta-feira, 7 de março de 2018

Expectativa...

Não podemos viver a expectativa do outro.
by/erotildes vittoria/‎quarta-feira, ‎7‎ de ‎março‎ de ‎2018 às 15:13:24

Imagem/Wikipedia

sábado, 3 de março de 2018

O vazio...



O vento passou e levou embora o pouco que ainda restava, a saudade, não faz mais diferença, as dores, cessaram, os anos, ensinaram, mas também mostraram o vazio que sobrou de tudo o que foi semeado ao longo da vida.

Sentimentos descartados, indiferença, tempo indisponível, árvores cortadas e sementes ignoradas, brotam sobre o lixo que resolveu acolhê-las, mas não sabe o que fazer com suas mudas fortificadas com os resíduos que alimentam suas raízes.

by/erotildes vittoria/‎sábado, ‎3‎ de ‎março‎ de ‎2018 às 11:58:33

Imagem - Mudas
From Creative Commons

sexta-feira, 2 de março de 2018

Sinfonia angelical...


Era uma sinfonia de cores, de formas, de luz. A música, levava suas notas para serem espalhadas por ai. Tudo era encanto e sabiamente, o som, chegava e se espalhava em todas as direções.

Eu chamaria de sinfonia angelical, onde as notas iam e vinham com tamanha suavidade ao toque delicado e quase imperceptível de um violino.

Formavam-se no ar, ondas que envolviam o corpo denso de modo a torná-lo tão suave como a brisa que ali, marcava sua presença. Vinha de algum lugar ou tempo, o som da harpa seguido de flauta doce.

Por momentos, tudo foi coberto pela cor lilás seguido de violeta  que misturavam-se ao restante das outras cores, deixando em todos, a certeza da possibilidade da paz, do perdão, da tolerância, que só pode encontrado, dentro de cada um de nós.

by/erotildes vittória/REG/012/LL61LLPR/cc38
(publiquei no Facebook em 14 de agosto de 2012)
editado em 02 de março de 2018 às 09:42

Imagem/medicina espiritual

A rosa etérea... (o diário de Mizhel/12



E então, eu a encontrei. Procurei por alguns dias em todo o jardim que era imenso. Havia enterrado em algum lugar o pequeno caule da rosa que recebera há treze meses.

Viajei e fiquei fora todo esse tempo, mas recomendei ao jardineiro que não cortasse absolutamente nada do que havia ali.

Eu não poderia esquecer aquela rosa, era diferente no perfume, na cor, na suavidade do toque, suas pétalas, pareciam talhadas com tanto carinho e agora,  eu encontro seu caule com tantos botões  e uma bela rosa olhando para mim.

Sim, entre todas, sabia exatamente qual procurava. Quando a toquei suavemente parecia ter explodido um frasco do mais etéreo perfume.

O jardineiro veio e disse; ela só exala esse perfume quando o moço vem aqui e toca nela e agora, ao seu toque.

Perguntei que moço e ele respondeu; aquele que lhe deu a rosa. Eu sei que ele não está mais aqui, mas ele vem, acredite.

by/erotildes vittória/REG/LL/1969/RJ/61
editado em 02 de março de 2018 às 09:06:49

(publiquei no Facebook em 14 de agosto de 2012)


  Viagem... Era diferente, as folhas secas, não ficavam despedaçadas ao pisar nelas. Havia uma cortina feita de uma névoa azul que limitav...