sábado, 7 de junho de 2014

A casa mais bonita...


Era do tamanho de um coração,
a casa mais bonita
que eu conheci.
Todos que passavam por ali,
se demoravam
e não sentiam vontade alguma
de ir embora.
O vento,
entrava pela única porta
para deixar o perfume de alecrim
que colhia em um campo distante
e depois, saia pela janela.
A felicidade,
também foi visitar aquela
casa tão pequena
e daquele lugar,
nunca mais saiu.
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Recanto de paz...


Não precisa escrever um verso
se de palavras,
eu já não vivo mais.
São os teus olhos
que no silêncio,
fazem rimas,
me dão bom dia
e tornam os meus momentos,
um recanto de paz
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imagem/goodle

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Meu redor...

Meu redor ...
Há dias,
que gosto de ficar assim,
olhando sem concluir nada,
apenas observando o redor.
O riacho vai sem pressa
deixando para trás o verde
e junto dele, vou também
quando deixo minha imaginação solta
para descobrir, até onde ele vai.
Me faz bem voltar no tempo
que também anda sem pressa
e vive lá no passado,
mas é só para eu não esquecer
que mesmo distante,
segue sempre do meu lado.
Muitas vezes, conto as pedrinhas
que circundam o riacho
e quando vejo uma sozinha,
me pergunto meio sem graça
como chegou até ali,
se parecia tão feliz
quando morava lá na praça.
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Homem livre...

Um homem livre,
caminha sem medo da opinião alheia,
não aceita imposições e tampouco,
se curva aos que ditam verdades.
Um homem livre,
faz suas leis e segue a si mesmo.
Um homem livre,
não aprisiona, liberta.
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Viagem de trem...

Viagem de trem...

Eu não sou daqui,

também não sou de lá.

Não pertenço a nenhum bloco,

nem sambar aprendi,

mas aceito os desafios,

já conheço cada detalhe

deste caminho cheio de voltas

e marcado com explosivos.

Meus pedaços se juntaram

e colaram de tal forma

que não quebram mais

com um olhar frio

ou promessas vãs.

Hoje, vejo uma escuridão sem fim

cercando tantas vidas,

perguntas, ninguém mais faz,

não há respostas neste vale

onde a água não quer passar.

Agora, atravessa por ele,

o rio das lamentações,

mas a vida continua

e junto, segue a esperança

nesta viagem de trem.

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sem destino...

Sem destino...
Eu gosto de sair sem pressa
e atravessar alguma fronteira
além do meu dia-a-dia.
Caminho sem destino
e não busco nada,
mas me solto
como um pássaro
que voa feliz
e sem rumo,
sob um céu azul.
Sozinha e sem asas,
faço meu voo solitário
aqui pelo chão,
mas sem me esquecer.
Continuo sendo,
a minha melhor companhia
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imagem/Johann Jaritz
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domingo, 1 de junho de 2014

E o amor...


O amor faz viver
e seja ele de que forma for,
sempre acrescenta.
Um dia dói,
em outro faz sorrir,
ele chega,
vai embora, a gente chora,
mas depois,
tudo se refaz e continuamos
a desejá-lo junto de nós.
Morremos de muitos males,
mas de amor, vivemos
para curar todos eles.
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imagem/http://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Love_hearts#mediaviewer/File:Love_Hurts.jpg

  Viagem... Era diferente, as folhas secas, não ficavam despedaçadas ao pisar nelas. Havia uma cortina feita de uma névoa azul que limitav...