sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O lago...


Já não era mais necessário remar, a brisa se encarregou de levar o barco serenamente e sem pressa, eu observava o rio que ia sendo represado lentamente para encher o lago. Um cenário desconhecido para mim. A natureza fez uma pausa ali e o homem, vai se aprimorando e aceitando que mudanças, podem ser necessárias.
by/erotildes vittoria/24 de novembro de 2017

Image/Krishna river - Creative Commons

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Momentos...

Sobraram lembranças, recordações que o tempo não conseguiu descartar, mas é natural que todos os dias tragam um pouco de saudade que insiste em se fazer presente porque viver, é estar em todos os momentos.
by/erotildes vittoria/23 de novembro de 2017

Imagem/arquivo pessoal

Uma rosa...


Era só mais uma rosa, não, era uma rosa especial que resolveu se mostrar mais exuberante para aquele olhar que sempre tão indiferente, pudesse enxergar que havia vida colorida em seus dias.
by/erotildes vittoria/23 de novembro de 2017
Imagem Creative Commons


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A viagem...


E no meio da multidão, ele caminhava, temeroso, talvez pelo medo daquele lugar desconhecido onde ninguém se importava com coisa alguma, mas continuou a viagem sem lamentar durante toda a sua vida e finalmente, chegou ao fim da avenida com cicatrizes que marcaram profundamente aquela criatura de alma invisível aos olhares comuns.
by/erotildes vittoria

Amor...


Eu caio em teus braços
e esqueço quem sou.
Vou embora contigo
nem penso no perigo
de me apaixonar
e chorar outras lágrimas
depois de dizer adeus.
Se não arriscar,
como saber
se de amor vou viver,
ou morrer outra vez.
by/erotildes vittoria//

Imagem Creative Commons



Nada muda...


O novo,
também não agrada,
e o velho é descartado.
O difícil é complicado
e parece que a vida,
acaba sempre dando voltas,
ao redor de outras voltas
sem nenhum resultado.
by/erotildes vittoria

domingo, 19 de novembro de 2017

A escolha solitária...


E na minha escolha solitária, descobri o vazio que estava dentro de mim. Caminhei pelo deserto onde a vida, parecia com os dias contados, mas minha coragem, me levava a não desistir e a cada passo, mais leve eu me tornava. Não havia mais pressa, tampouco, ansiedade ou medo.

Durante muitos dias, observei a imensidão do espaço que me cercava e parecia me observar, mas eu precisava passar porque lá, era a escola da vida, do desenvolvimento com graduação para aprender a ser eu mesma. Aprovada, me desvencilhei daquilo que me incomodava e sob a areia escaldante, enterrei todos os meus medos.

by/erotildes vittoria/19 de novembro de 2017
Imagem Creative Commons

  Viagem... Era diferente, as folhas secas, não ficavam despedaçadas ao pisar nelas. Havia uma cortina feita de uma névoa azul que limitav...