As rosas...
Essas rosas sempre prosas
se mostram tão perfeitas,
alinhavam tantos sonhos
e em corações solitários,
criam jardins imaginários
que alimentam a esperança.
Estão ali, cheias de graça
e não há nada mais encantador
para os olhos sempre atentos
que por ali passeiam.
by/erotildes vittoria/TRESDV/Alvar.com
all right reserved/26 de março de 2015
imagem/Wikimedia Commons
terça-feira, 31 de março de 2015
Esperança...
Ainda sobra o frescor das manhãs que abranda o calor de um verão nesse outono marcado por brasas. Aqui e ali, sobram pedaços da esperança que vai prometendo, dias melhores.
Me resta esperar o fim da tarde quando o sol se recolhe e me deixa ali, falando sozinha com o mar que empresta suas ondas para eu viajar sem pressa, seguindo a direção do vento.
by/erotildes vittoria/REF/segunda-feira, 30 de março de 2015
Imagem/Fernando Quevedo.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Outono...
Pela manhã ao abrir a janela,
ele já estava lá.
Folhas caídas e amareladas
denunciavam sua presença
onde silenciosamente,
se instalou e resolveu morar.
Havia uma brisa meio gelada
que vinha na minha direção
e o calor do dia anterior,
partiu, sem avisar
que estava indo embora.
Não sinto saudade dele
que viveu intensamente
o seu momento.
Agora, mais ameno,
veio o outono que
pede outras cores
novos momentos
um vinho com mais frequência
um novo amor, quem sabe
ou uma possível mudança
de situações que já não
sabemos mais o motivo,
ainda permanecem coladas em nós.
Que sejam meses felizes, amenos
e induzidos para que haja paz.
by/erotildes vittória/POUTBR/661/Alvar.br
all right reserved/editado em 19 de março de 2015
imagem/Wikimedia Commons
Noite...
Que a noite, seja de sono profundo e silenciosa como a água do lago que guarda nossos segredos, confidenciados, durante momentos de inquietude.
by/erotildes vittoria/REF/Alvar.br
all right reserved/18 de março de 2015/22:29:10
Imagem/Saint-Michel-sur-Orge - Parc de Lormoy - 20110528 (1).jpg
quarta-feira, 18 de março de 2015
Vida de Borboleta...
Não sei quanto tempo ainda me resta para aproveitar meus dias. Não sou eu quem determina se meu voo por jardins de flores, será duradouro. Meus predadores me caçam e sem perceber, viro uma presa fácil.
by/erotildes vittoria/REF/Alvar.br all right reserved/12 de março de 2015
imagem/https://cienciasnoseculoxxi.files.wordpress.com/…/borboleta…
Lembraças...
Lembranças...
Aquele final de tarde
tinha o cheiro de terra molhada.
A chuva caiu forte sobre o chão seco
que quebradiço, pouco ou nada, produzia.
Sentada ali, onde gostava de ficar,
olhei mais longe e fiquei imaginando
como seriam as cores do outono
que lentamente, se aproximava.
Eu queria outra vez, a primavera
com a fragrância das lavandas
que no ano anterior, cobriu os campos
e deixou saudade quando foi embora.
Recordações me visitaram
e lembrei da espera ansiosa
daquele amor tão singelo
que corria de braços abertos
e pedia para eu descer da janela
antes que a noite chegasse.
by/erotildes vittoria/T/ARTICA/Alvar.br
all right reserved/17 de março de 2015
imagem/Wikimedia Commons
Metrópoles...
Metrópoles...
Muitas vezes,
me perco entre os tijolos cimentados
que foram subindo e transformando
aldeias desertas em metrópoles
com vida mais incerta.
Coberta de concreto e aberturas sem sol,
ficou a praça do flamboyant gigante
que acolhia o namoro de mãos dadas
e virou cúmplice do meu primeiro beijo.
Ontem, me presenteei com um sorriso
quando olhei a chuva pela janela
que entreaberta, molhava a cortina
e me fez lembrar aquela criança feliz
que ao primeiro descuido da mãe,
tomou conta da mangueira
e foi molhando a roupa
que secava lá varal.
Por/Erotildes Vittoria/REGTRD//14 de março de 2015
Imagem/https://catracalivre.com.br/…/Silhueta_Mulher_-_divulgacao.…
Muitas vezes,
me perco entre os tijolos cimentados
que foram subindo e transformando
aldeias desertas em metrópoles
com vida mais incerta.
Coberta de concreto e aberturas sem sol,
ficou a praça do flamboyant gigante
que acolhia o namoro de mãos dadas
e virou cúmplice do meu primeiro beijo.
Ontem, me presenteei com um sorriso
quando olhei a chuva pela janela
que entreaberta, molhava a cortina
e me fez lembrar aquela criança feliz
que ao primeiro descuido da mãe,
tomou conta da mangueira
e foi molhando a roupa
que secava lá varal.
Por/Erotildes Vittoria/REGTRD//14 de março de 2015
Imagem/https://catracalivre.com.br/…/Silhueta_Mulher_-_divulgacao.…
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